segunda-feira, 13 de novembro de 2017

O que é que a morte poderia dizer de nós...

Ontem ao serão vi um filme que tinha dado à tarde e cujo livro tinha lido há uns três anos. Na altura nunca calhou a ir ver o filme ao cinema, os anos passaram e volvido todo este tempo sobre a leitura do livro, vejo 'finalmente' o filme "The Book Thief".
Estava algo expectante porque já não me lembrava bem do livro e para ver se, do que me lembrava, o filme correspondia às expectativas que criei na leitura... Lembro-me que enquanto lia o livro, conseguia visualizar tudo o que era descrito e, na verdade, o filme não me desapontou nesse aspeto. Do que me lembrava, o filme correspondeu em tudo quanto ao que surgia no livro.
Para além disso, o pai da personagem principal é interpretado por Geoffrey Rush que também 'entra' num dos filmes de que falei por aqui há pouco tempo e do qual gostei bastante.
Ainda assim, tal como aquando da leitura do livro, para além de todo o enredo, há frases que são ditas e que nos deixam a pensar.
Desta vez, foram as palavras da personagem da Morte que me deixaram muito pensativa. Pensativa no sentido do que pensamos muitas vezes, que é, o que andamos por cá a fazer e se o que fazemos é útil ou deixa alguma... "marca"...Se é intenso, se foi produtivo e frutífero, se fez a diferença, se valeu a pena, se fizemos tudo o que queríamos e sentíamos, se a Vida vale(u) a pena...
Eu pelo menos penso muito nisto tudo...
E assim sendo, deixo as frases retiradas ao filme que dizem tudo muito melhor do que eu:


Death: When I finally came for Liesel, I took selfish pleasure in the knowledge that she had lived her ninety years so wisely. By then her stories had touched many souls, some of whom I came to know in passing. Max, whose friendship lasted almost as long as Liesel. Almost. In her final thoughts, she saw the long list of lives that merged with hers. Her three children, her grandchildren, her husband. Among them, lit like lanterns, were Hans and Rosa, her brother, and the boy whose hair remained the color of lemons forever.

Death: I wanted to tell the book thief she was one of the few souls that made me wonder what it was to live. But in the end there were no words. Only peace. The only truth I truly know is that I am haunted by humans.







Let's look at the trailer:

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Vou ter que ver outra vez...

Às vezes sou de compreensão lenta.
E por (muito) estranho que possa parecer, só por estes dias vi, pela primeira vez, este filme: 'Lost in Translation' que não sei por que tem o título em português de "O Amor é um Lugar Estranho". Não corresponde minimamente à tradução do título em Inglês mas enfim, adiante...
Neste filme, Scarlett Johansson tem a linda idade de apenas 18 ou 19 anos, como é possível!!!
Neste momento ainda não sei bem o que dizer sobre o filme mas a fotografia e as cores têm um ar suave e encantador e há ali um toque especial que nos faz seguir e acompanhar o filme sendo que, inicialmente, tem-se um pouco a sensação de 'seca' (eu tive...) mas depois percebemos que a estória individual e o que depois decorre entre Charlotte e Bob nos transporta para questões sobre as viagens, os problemas de entendimento e de tradução, a solidão acompanhada, o descobrir novos sítios e vivências, o que podia ter sido mas não foi e que não sabemos se será, a empatia e o entendimento e a companhia e a compreensão que ambos acabam por ter.
Neste momento sinto que tenho que ver o filme novamente para melhor o poder interpretar e... 'apreciar'...
De qualquer forma, era uma lacuna na minha cultura cinematográfica e por isso agradeço ao Pedro por me o ter dado a conhecer...
Quando voltar a ver o filme, certamente terei mais comentários e pensamentos sobre o mesmo...






 Verdadinha:



Let's look at the trailer:

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Piada, ou nem por isso...

Se calhar não tenho piada nenhuma, ou "raciocinei" mal mas ocorreu-me dizer isto por causa desta foto que tirei na livraria na Igreja de Santiago durante o decorrer do Folio - Festival Literário Internacional de Óbidos.
E foi mais ou menos isto:
Entre os livros de Freud ou de Álvaro Cunhal (na bancada) ou ouvir João Soares (do lado direito da foto, do painel), não sei, não... 


quinta-feira, 26 de outubro de 2017

11 Anos

Os 11 anos chegaram à meia-noite e meia do dia de hoje.
Gostava de estar inspirada para aqui escrever um 'post' cheio de coisas fofinhas mas só consigo mesmo pensar no facto de o tempo ter passado muito depressa.
Esta noite o filhote ficou acordado até à meia-noite por causa do aniversário mas assim que lhe dei os parabéns e o abracei, começou a chorar... Coisas lá dele que também as tem...
Em dia de aniversário, não é "justo" ter um teste mas assim é a vida na Escola. Não só tem um teste como tem atividades às quais não pode faltar.
Vida de criança não é assim tão fácil...
Já me lembro bem de mim com 10 e 11 anos... Ficará o meu filho também com memórias destes dias...
Só sei que há 11 anos nascia o meu filho e dou por mim a pensar no futuro, que daqui a 11 anos terá... 22 anos... mas... calma... ainda falta muito...
Falta...?


quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Cliché

É incrível como o tempo passa tão depressa, ora cá está um belo dum cliché que se confirma.
Há 11 anos atrás estava internada na maternidade Alfredo da Costa, já há dois dias, à espera que o menino meu filho se decidisse a nascer...
Como tinha a tensão alta, optaram por me internar afim de provocar o parto...
A verdade é que a tensão continua alta e o meu filho fará amanhã 11 anos.
Isto de ser mãe não é lá muito simples e fácil. Com o crescimento surgem outras 'fases', outros comportamentos, atitudes, conversas e por aí fora que nem sempre são fáceis de gerir.
A juntar a uma personalidade forte, surge o poder de argumentação que não (me) deixa indiferente.
O meu filho é o melhor que a vida me deu, sem ele acho que não teria metade das forças e da garra que me fazem continuar nesta luta para que o nosso mundo seja melhor.
O meu filho é também quem mais me faz pensar, observar, analisar, testar a minha paciência e inteligência.
O meu filho é um miúdo porreiro mas às vezes porta-se mal, não se resigna e não se conforma.
Longe vão os tempos em que era um bebé. 
Hoje aqui estou num misto de pensamentos e emoções.
Fecho os olhos e consigo (re)ver e sentir tudo por que passei desde a gravidez até agora...
Aquilo que eu vivi e tenho em mim, no meu corpo e na minha alma, ninguém me o pode tirar.
Ninguém me pode tirar o facto de ser eu a mãe do meu filho e dele ser meu no sentido animalesco da coisa.
Isso, ninguém me pode tirar.
Essa é que é essa...

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Caminhar

Neste fim de semana aproveitámos, que estava Sol, e fomos fazer algo que não fazíamos há algum tempo: uma caminhada.
Eu e o filhote sempre tivemos este hábito, é algo que vem desde que é pequeno até porque nunca foi nada 'medroso' em relação aos sítios por onde passamos, sejam descidas, subidas ou autênticos "caminhos de cabras".
E vai daí que lá fomos nós, ainda andámos bastante e pelo meio subimos um bom lanço de escadas algo inclinadas.
Soube bem, fez bem ao corpo e à alma e ganhámos muita vitamina D...

Lá vai o filhote a subir as escadas todo desenvolto:



Aqui uma foto tirada pelo filhote à minha pessoa. 
Fiquei sem cabeça. Ora ainda bem que é para não estragar a paisagem...
:D



Por incrível que pareça, só agora o filhote estreou a bela da t-shirt que lhe trouxe de Veneza, mais propriamente do Hard Rock Cafe Venice. É super gira e até brilha no escuro. Escusado será dizer que trouxe num tamanho 'grande' para ainda a poder vestir no próximo Verão... Eu é que fiquei arrependida de não ter trazido uma t-shirt de lá para mim. Era uma oportunidade única e agora sei lá se algum dia voltarei a Veneza. Bem, espero que sim...


sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Melhores dias...

Já tive melhores dias no que à perda de peso diz respeito...
Quando iniciei o processo de emagrecimento em 2009 e quando no fim de 2010 perdi 26 quilos, nessa bela época, perdi, em média, 2 quilos, 2,200 kg por mês. Houve um mês em que até perdi mais de 4 quilos...
Agora parece que não está a ser assim tão fácil e reconheço que tenho comido mais do que devia, não me sinto tão empenhada como naquela altura.
Os deslizes têm acontecido e a culpa é toda minha.
Hoje tive consulta e constatou-se que dá duas semanas para cá perdi meio quilo (o que é isso em mim e tendo em conta que me exercito e pedalo...) e que no total do mês perdi... 1,100 Kg...
É melhor do que nada ou do que ter ganho peso mas... é pouco, muito pouco, pelo menos para mim... Um quilo em mim não se nota... mas vamos ver, grão a grão... 
Tenho mesmo que racionalizar isto tudo e comer menos quantidades... 
E beber mais água...